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domingo, 1 de novembro de 2009

Honestamente...



Honestamente... Você me ama? Ou ama estar comigo? O que vc sente é desejo? Ou você apenas segue aos meus instintos? Você precisa memo de mim? Ou simplesmente ainda não parou pra pensar em como seria estar comigo? Se todas as declarações que você já fez são reais, porque seus olhos covardes fogem dos meus e nunca confirmam as suas palavras? Honestamente... O que você sente quando eu te toco? Você me sente? Não, eu não quero nada em troca; O que dou, meu coração oferece... de bom grado.

Créditos da imagem: http://yoandrade.wordpress.com
Manipulação de imagem: Handriell X

terça-feira, 2 de junho de 2009

Studio Sessions...


Hi People!!! Passando pra contar q estive ontem e hj no estúdio produzindo algumas musicas pra minha MIXTAPE! Pois eh! Ressuscitei o projeto da Mixtape pra anteceder o CD de estúdio... Estive ontem produzindo o instrumental da música "despedaçado", versão para BROKEN HEARTED GIRL da Beyoncé, mas com toques de Handriell! O resultado tah ficando incrível... Além disso, hj gravei uma versão para "DO YOU" do Ne-Yo que se intitula "A onda", e terminei a mixagem da versão de "SAY GOODBYE" do Chris Brown, que ficou com o titúlo de "NÃO DÁ MAIS"...
Aguardem mais novidades!!!! HeHeHe
Pazzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
Anjo Handriell X

terça-feira, 26 de maio de 2009

Intensidade (25/05/2009)

Minha intensidade é o que me move...
Me alimenta, me instiga...
Faz com que o agora faça sentido, e me dá sede de viver o amanhã...
Trás pra mim a necessidade de viver cada minuto...
Sabe lá qual vai ser o último deles...
Ao mesmo tempo, essa mesma intensidade me frustra, me deprime...
Deixa em mim a sensação de vazio, de impotência perante a vida...
Minha intensidade mostra que sou mais forte que muitos, mas revela meu tendão-de-Aquiles...
Me deixa alheio ao tempo e ao espaço...
Eu simplesmente me lanço...
Me entrego sem reservas e confio plenamente...
Eu amo tanto que enlouqueço, perco o limite, quebro as regras...
Ah!!!! Insanidade incontida!!!
Intensidade bandida!
Intensidade que me faz rir compulsivamente e chorar abruptamente.
Intensidade que me leva a bipolaridade...
Intensidade que me faz viver todos os dias...
Intensidade que um dia me levará ao fim dos meus dias...
E há de quem se lembrar de mim, saberá que fui alguém que, bem ou mal,
viveu intensamente

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Amargo desabafo

Quando os ouvidos têm a capacidade de absorver, mas não a de entender,
Nada resta senão uma folha de papel para traduzir os sentimentos, as sensações e os desabafos de um coração sufocado pela incompreensão do mundo por causa das minhas “escolhas” e opiniões.
Por que não se aceita o incomum? Por que o diferente é rejeitado, mesmo sendo ainda desconhecido? Por que os padrões transcendem a voz da emoção?
Por que preciso fingir ser quem eu não sou pra ser aceito como membro da sociedade?
Sociedade-teatro...
Finja-que-me-engana-que-eu-finjo-que-acredito...
Estampo quem sou na minha cara, na tentativa de não ser vomitado do sistema como indigente.
Ser quem sou é crime?
Não!
Máscara não faz parte do meu figurino! Não me escondo atrás de nada!
Oculto o imcompreensível somente por medo da represália urbana que chacota a tudo quanto possa quebrar a “moral e os bons costumes”.
Amar virou um ato digno de pena cível...
É lamentável, porém realidade, mas um dia esse amargo desabafo deixará de ser uma mera folha de papel e traduzirá o q todos os corações reprimidos gritam sufocados por gravatas e escudos:

Deixem-me ser quem eu sou!!!

Ps: Texto escrito no ano de 2002 para uma tese de faculdade. Minha opinião não mudou nada desde essa época!!!

sábado, 4 de abril de 2009

Vampiro Urbano

Não sei bem quem sou...
Um misto de louco e são...
Alguem que não precisa estar bêbado para viver em torpor...
As vezes não sei o que quero, mas tenho certeza absoluta daquilo que não quero...
Não uso meus pontos fortes, mas abuso dos pontos fracos...
Vampiro urbano!!!!
Necessito de sangue... Sangue puro... sangue novo...
Pra me sentir vivo...
Não me sinto vivo sozinho...
Preciso de pele... Suor... Pêlo... Gozo...
Exalo feromônios...
Atraio tal e qual fêmea no cio à minha presa...
Quero que me toque como eu me toco...
Que encontre meu tendão-de-Aquiles...
Quero que descubra em mim aquilo que nem eu sei...
Me visite... Me revolva...
Se conseguir, me conquiste...
E me mantenha por perto, ou vai me perder...
mas não me prenda, ou eu posso fugir...
Não queira me entender...
Ou então me explique...
Mas antes disso, me beije... Interminavelmente....
Me lamba... Me sugue até que eu exploda...
me faça sentir na carne que viver vale a pena...
Que a felicidade existe...
e que há esperança para um anjo pervertido...
como eu...

quinta-feira, 5 de março de 2009

Vicio

O universo em volta tenta me tragar...
As estrelas se apagam uma a uma...
Sombras no escuro tentam me assustar...
Desprendo-me do chão e vôo em direção à Lua...

Ouço longe "James Blunt" a cantar "Goodbye my lover"...
A fumaça em volta me faz rir sem querer...
Meu relógio está marcando 10 pras 9...
Estou queimando o que restou de você...

Lágrimas que rolam pela minha cama fria...
O copo vai secando, e a consciência fica esguia...
Meu mundo desabou e eu não sabia...
As paredes me olham e o trago me inebria...

Duas linhas brancas invadem o meu racíocinio...
Tudo em volta fica turvo. perco o medo do perigo...
Três fantasmas dançando à minha volta, feito um circo...
Me pegando pela mão e saltando para um abismo...

Queda livre... Vou pairando... Descendo... Caindo...
Você solta a minha mão... Novamente eu respiro...
O anjo da vida e o anjo da morte estão à minha frente...
Ouço suas vozes me chamando suavemente...

Estou longe, mas ainda dá pra tentar voltar...
Viajei o universo sem sair do lugar...
Você se foi... Talvez agora possa acordar...
De volta ao chão... Novamente em vida...

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Do mal como bem

Eis que seu toque veio ao meu rosto

Como a água chega ao sedento...

Acalentou-me e fez com que o frio fosse embora...

Estive nu e me vestistes...

Estive faminto e me alimentastes...

Era forasteiro e me acolhestes...

Estava morto e me ressuscitastes...


Eis que a mesma mão que afaga

Foi a mesma que mão que apunhala.

Contradisseste-se...

Olhastes em meus olhos e declarastes amor...

Oh! Quanta perfídia!

Roubastes dos meus olhos o brilho.

E do meu rosto o sorriso...


Mas deixastes à vida que consigo trouxestes.

Largastes-me a beira do abismo...

Sinto muito! Eu não pulei...


A vida que me trouxestes deu a luz

E as dores de parto foram tuas palavras falsas!

Mas eis que delas nasceram um lindo fruto:

A esperança.


Agradeço-te...

Estou vivo, de pé, e logo estarei bem.

Você só poderá lamentar, já que como você, conheci e conhecerei muitas.

Como eu (Que tristeza a sua) só existo eu...